O MIS -Museu da Imagem e do Som de São Paulo, inaugura hoje a exposição David Bowie, organizada pelo Victoria and Albert Museum (V&A) de Londres., um dos mais importantes museus do mundo na área de design.
A exposição conta com set lists, letras de músicas, manuscritos, instrumentos e desenhos, 47 figurinos, trechos de filmes e shows ao vivo, videoclipes e fotografias.
Trata-se de uma viagem, através dos inúmeros personagens em suas performances lendárias, por vários momentos importantes da história do rock e das artes, visto que Bowie sempre foi um artista de vanguarda, criando e antecipando tendências, sempre vinculando seu trabalho a outras formas de arte e à moda.
Entre os figurinos que compõem o inventário da mostra, estão peças do álbum Aladdin Sane, como o macacão assimétrico feito de vinil (Tokyo Pop) assinado por Kansai Yamamoto e a bota plataforma vermelha, ambos usados na turnê do álbum em 1973; o terno azul claro usado na gravação do curta feito para Life on Mars? e o conjunto de calça e jaqueta multicoloridos, de Freddie Burretti, feito para a turnê Ziggy Stardust. 

Prevendo um sucesso até maior do que a concorridíssima expoisção sobre Stanley Kubrick, o MIS terá também uma extensa e especial programação relacionada, incluindo todos os programas regulares do museu como a festa Green Sunset e uma mostra com todos os filmes que Bowie participou. 

De 31 de janeiro a 20 de abril de 2014
Terças a sextas, das 12h às 21h; Sábados, das 10h às 21h; Domingos e feriados, das 11 às 20h.
Ingressos

Antecipados: (R$ 25) à venda a partir do dia 2 de janeiro pelo site Ingresso Rapido e nas lojas Youcom dos shoppings
Ibirapuera, Bourbon e Frei Caneca.

Bilheteria: à venda a partir de 31 de janeiro na recepção do MIS R$ 10(inteira) e R$ 5 (meia). Às terças-feiras a entrada no MIS é gratuita.

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Pintar ou revestir as paredes e/ou o teto em tons escuros não é uma ideia que agrada a todo mundo. Muitos pensam que um ambiente pintar de preto, marrom ou azul marinho, pode reduzir o espaço, criar uma sensação sufocante e até mesmo mais quente.
Em paralelo, a ideia de que um ambiente em tons escuros fica muito mais sofisticado é quase unânime. Não é uma decisão fácil mas, no final, o resultado pode ser surpreendente.

 
Vamos começar pelo básico: Qualquer ambiente pode ser pintado de cor escura? Não. Há um grande conjunto de fatores que determinam as cores usadas em uma decoração, muito além do “gosto” ou “não gosto”. No caso das cores escuras, levamos em conta sim as dimensões do ambiente, principalmente o pé direito, janelas, função do ambiente e o estilo da decoração, entre outros fatores.


Ao contrário do que se pensa, paredes escuras podem ampliar um cômodo pequeno, criando um efeito de profundidade e realçando os efeitos de grandes espelhos. Se o pé direito não é muito alto, pintar o teto de branco é uma boa alternativa.


No ambiente de trabalho as paredes escuras transmitem sobriedade, seriedade e, dependendo da decoração, modernidade. São ideais também em ambientes mais masculinos como esse loft da foto abaixo, onde as cores escuras valorizam o trabalho em madeira.
As cores escuras favorecem muito um trabalho de iluminação mais elaborado, valoriza móveis e obras de arte, além de permitir ousar muito mais na utilização de outras cores em acessórios, mobiliário, piso e tapetes.


Segundo ponto importante: Qualquer parede pode receber pintura em tons escuros? Novamente não. Enquanto cores claras meio que disfarçam eventuais irregularidades, as cores escuras fazem com elas saltem aos olhos. As paredes precisam ser perfeitas para que o resultado seja realmente sofisticado.


Consulte seu decorador. Um bom profissional pode esclarecer todas as suas dúvidas e criar um projeto ideal para o seu ambiente e dentro do seu estilo.




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Manhã deliciosa cheia de histórias, cores e muita arte.
A visita ao ateliê de Inos Corradin foi um dos momentos que ficarão para sempre registrados em minha memória.
Quando cheguei senti algo que não conseguia entender. Aos poucos percebi  que o cheiro das tintas me era conhecido. Lembrei de quando comecei minhas aulas de pintura ainda criança. Tinha 5 ou 6 anos... Imagine o que uma tela em branco e dezenas de potinhos de tinta significam para uma criança.
E acho que esse lado lúdico se preserva mais nos artistas. Essa capacidade de dar forma aos sonhos, à imaginação, de misturar sem medo formas, cores... e construir universos.


Inos nasceu em 1929 em Piemonti, Itália. Sua primeira infância foi Montreaux, Suíça Francesa. Depois, volta para a Itália, cresceu e passou toda sua juventude em Castelbado, Província de Padova. Começou a estudar pintura em 1945 e trabalhou com o pintor Ugo Pendini.
De sua chegada ao Brasil em 1950 até sua primeira individual, que aconteceu em 1977 na Galeria André - São Paulo, foram 27 anos de muti trabalho antes de consagrar-se como um dos grandes nomes da pintura contemporânea brasileira. 



 
Hoje Inos é uma “celebridade”, com muitas exposições no Brasil e no exterior, com obras no acervo dos maiores colecionadores de arte e galerias do Brasil e da Europa . As aspas são pelo fato de Inos ignorar completamente o significado da palavra fama. Sua essência de artista se mantém intocada.
Aos 85 anos, Inos ainda é o mesmo rapaz que chegou ao Brasil a 64 anos atrás, produzindo com o mesmo vigor e a mesma paixão, vivendo com a mesma simplicidade e recebendo os amigos sempre de braços abertos.


Seu ateliê é um espaço romântico, com todo aquele caos criativo de telas pintadas e outras apenas começadas, tubos e pincéis amontoados em todos cantos, retratos de amigos e de momentos que ele não quer esquecer... Cores, muitas cores. Tudo no universo de Inos se resume e se traduz em cores. Sua palheta é a própria vida.


Conheci também o ateliê de Sandro Corradin, meu colega arquiteto mas que se dedica às artes plásticas, confirmando a teoria de que talento é herança genética. Mas Sandro é tema para um outro post.
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Todo mundo já viu um container utilizado como escritório em alguma empresa ou até mesmo como showroom em plantão de vendas de imóveis. Mas você já viu um container transformado em casa?


O uso de containers na construção surgiu como uma alternativa sustentável. Imagine que 90% de todos os produtos que consumimos normalmente são transportados em containers. Imagine também que por conta e normas internacionais, esses containers são “aposentados” depois de um tempo de uso e acabam por se transformar em um grande problema. Muito grande mesmo.


A ideia de “reciclá-los” transformando-os em soluções habitacionais, em um primeiro momento em programas sociais voltados para a população de baixa renda, mostrou que além da sustentabilidade, eles são altamente resistentes, seguros e reduzem muito o custo de uma obra.
Só para ter uma ideia, uma casa de 60m² construída em 45 dias tem custo aproximado de R$ 80 mil, incluindo tratamento térmico e acústico.


No exterior eles são bastante usados. Na Inglaterra, por exemplo, há condomínios e prédios residenciais feitos de container. No Brasil eles ainda são novidade mas já começam a virar moda também.
Na Casa Cor Florianópolis de 2010 a Ferraro Container Habitat apresentou um luxuoso Container Loft, totalmente dentro do conceito de arquitetura de baixo impacto. Foi um sucesso!


Esse é mais um exemplo do papel da arquitetura na busca de soluções para um mundo melhor. Cabe à você abrir sua mente para novas possibilidades e derrubar antigos conceitos e preconceitos. Na dúvida, consulte seu arquiteto.
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Famoso por suas esculturas e instalações de grandes proporções que utilizam materiais elementares, tais como luz, água e temperatura, o dinamarquês/islandês OlafurEliasson é bem conhecido do público brasileiro.



Eliasson é um dos artistas mais requisitados do momento e ele mesmo afirma que só tem aceitado 5% dos convites que recebe.
Para nossa sorte, ele tem exposto com certa regularidade no Brasil. Entre outras, já participou da Bienal de São Paulo, expos na Pinacoteca do Estado e em Minas Gerais no Museu de Arte Moderna de Inhotim.



Sempre provocativo e instigante, Elíasson representou a Dinamarca na 50ª Bienal de Veneza em 2003 e no mesmo ano instalou o Projeto Tempo na Turbine Hall da Tate Modern , em Londres.



Com uma série de projetos em espaços públicos – entre eles o Rio Verde em várias cidades, a Serpentine Gallery Pavilion em Londres, um pavilhão temporário concebido com o arquiteto norueguês Kjetil Thorsen e o The New York City Waterfalls – Eliasson começou a fazer arte no final dos aos 80 quando ainda era estudante da Academia Real of Arts de Copenhagen.



Tão interessante quanto a obra de Eliasson é a parte teórica de sua obra. No perfil de seu Studio no Facebook ele postou um texto fantástico sobre o tempo, espaço e a estática em sua obra.

O texto se encontra neste link e vale a pena ser lido: 






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A minha rotina de visitas a fornecedores, visando escolhas para clientes, é uma das partes que eu mais curto em um projeto. Isso, é claro, se deve em grande parte à qualidade dos meus parceiros, sempre atualizadíssimos e com uma gama de produtos que me permite oferecer sempre as melhores opções para cada cliente.
A visita de hoje foi na ÚnÏca Revestimentos onde pude testar a combinação das pastilhas em madrepérola da Glass Mosaic com o porcelanato italiano da Gardénia Orchidea. Os produtos da Glass Mosaic são importados e de altíssima qualidade. As pastilhas de madrepérola são calcárias, de origem animal, produzidas por conchas no mesmo processo que as pérolas. Trata-se de um material sofisticado, até então só usado na produção de joias e alguns objetos de decoração.


Os porcelanatos da Gardenia Orchídea são importados da Itália e refletem todo o know how da empresa que investe muito em pesquisas de materiais sobretudo, na troca de experiências com arquitetos e decoradores. Seguindo as tendências mundiais de sustentabilidade e a valorização do natural, a Gardenia conseguiu reproduzir em seu porcelanato a mesma textura de outros materiais como a madeira, o mármore e o metal.


A combinação desses dois materiais resultam em composição elegante e ao mesmo tempo rústica, com uma sensação de natural e onde a qualidade pode ser sentida por qualquer pessoa e não apenas apreciada pelos profissionais por trás da obra.



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E a querida Sandra Carnio recebendo com muito carinho, amigos e admiradores de Inos Corradin, para o vernissage do artista plástico no Espaço Citi, em São Paulo.
Inos é um dos mais respeitados e conceituados artistas brasileiros contemporâneos, sua obra é marcada pela poesia, pelo humor e pelos maravilhosos recursos cromáticos. 


Já expos em diversos países da Europa, Estados Unidos, Canadá, América do Sul e em muitas cidades brasileiras. Tem obras em importantes coleções particulares e galerias no Brasil e no exterior.
Em seus quase 70 anos de pintura, Inos criou um estilo muito próprio,peculiar, uma verdadeira assinatura que permite identificá-lo de imediato.


Nessa exposição, inaugurada ontem, Inos mostra que seu trabalho continua em evolução, sem estagnar sobre seus próprios conceitos ou alguma fórmula. As pequenas esculturas  que vem produzindo nos últimos anos também estavam presente e são desde já objetos de desejo.


Entre as muitas pessoas queridas e celebridades presentes ao evento ontem, adorei encontrar: Sandro Corradin, Christiane Grigoletto, Araken Martinho, Sônia Cintra, Leandro Nalini, Regiane Consuelo, Picoco Bárbaro, Helio Brayner Nunes Da Silva Filho, Val Junior, Ricaro Cantamessa e Rosangela Olstan Rando.


A exposição fica no Espaço Cultural Citi até o dia 21 de março e é obrigatória para todos os apreciadores de arte e para os que ainda não são, essa é uma excelente oportunidade!
O Espaço Cultural CitiBank fica na Av. Paulista, 1111, térreo. Fone para contato: 11 4009 3000.


Fotos Larissa Carbone
Visite também o site do artista: inoscorradin.com.br
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